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A Importância Da REVISÃO Na Preparação Para Concursos Públicos


Estratégia Concursos – Thiago Cabral
29 de mai de 2017 07:04

O poder da revisão – Revisar o conteúdo pode fazer com que você seja aprovado

Você sabia que parte do sucesso dos aprovados em concursos públicos se deve ao fato de conhecerem diversas técnicas de estudo? A revisão é uma dessas técnicas e tem um poder muito grande na hora de memorizar assuntos diversos por um longo período. É uma prática que pode ser usada não apenas nos estudos, mas em outros meios, como nos negócios, na tomada de decisão, etc.

No caso da preparação para concursos públicos, A REVISÃO FAZ TODA A DIFERENÇA. Mas é preciso conhecer algumas técnicas para garantir a efetividade do conteúdo aprendido e para fixar os assuntos. Conseguir lembrar o que aprendeu É UMA DAS DIFICULDADES MAIS COMUNS ENTRE OS CONCURSEIROS. Mas isso tem solução!

Curva do esquecimento

CERCA DE 90% DO QUE APRENDEMOS CAI NO ESQUECIMENTO EM APENAS 01 SEMANA. Esta é uma média e varia de pessoa para pessoa. Mas no caso dos candidatos, não dá para aceitar este percentual: é preciso alcançar estratégias que façam com que o conteúdo aprendido seja lembrado quando necessário.

O primeiro passo é entender o conteúdo: dificilmente você vai memorizar ou mesmo aplicar estas informações corretamente na prova se você não entendeu o que estudou. Ao prestar concursos públicos, que possuem uma grande concorrência e certa dificuldade, decorar não basta; é preciso compreender.

Outro detalhe é a prática: não basta compreender e memorizar, é preciso rever no dia seguinte – daí A IMPORTÂNCIA DA REVISÃO. Conforme especialistas, SE O CANDIDATO NÃO TEM O HÁBITO DE REVISAR NO DIA SEGUINTE, AS CHANCES DE SE ESQUECER SÃO BEM MAIORES.

E isso tem uma explicação: conforme o psicólogo alemão Herman Ebbinghaus, a capacidade do nosso cérebro de armazenar uma informação recém-adquirida, mas tende a esquecê-la gradualmente, ou seja, se você aprendeu um assunto hoje, após o primeiro dia de estudo, reterá 50% em memória do que aprendeu, sem revisão. Ao passar 2 dias, o percentual cai para 30%. SE UM CONTEÚDO NÃO FOR REVISADO, É BEM PROVÁVEL QUE A SUA MENTE ESQUEÇA DE 92% DESSE CONTEÚDO EM UMA SEMANA. É o mesmo que dizer que APENAS 8% DO CONTEÚDO SERÁ MEMORIZADO NO LONGO PRAZO. Ebbinghaus deu a esta teoria o nome de "Curva do Esquecimento" (Forgetting Curve). Obviamente, há outros fatores que pesam neste sentido, mas esta é a média indicada.

Sabendo disso, o candidato terá mais condições de planejar os seus estudos e priorizar um tempo para fazer a revisão dos assuntos estudados. Nota-se, neste caso, que A PRÁTICA DA REVISÃO É ESSENCIAL E DEVE SER CONTÍNUA – até o momento da prova.

Como fazer a revisão adequadamente

Como dissemos acima, o primeiro ponto é compreender o assunto e tirar as suas dúvidas. Fazer mapas mentais e resumos ajudam também a fixar o conteúdo e são instrumentos que podem ser utilizados até mesmo na revisão. Uma vez compreendido o assunto, a prática de revisão começa no dia seguinte, sem falta.

Conforme Ebbinghaus, o cérebro tende a recuperar o percentual de esquecimento, otimizando a fixação da informação de modo muito mais abrangente. Contudo, se deixar mais tempo, como 2 dias, por exemplo, conseguirá reter apenas 30% se fizer a revisão.

Você pode realizar a sua revisão de muitos modos – por resumos, através da marcação de textos, flashcards, mapas mentais, exercícios, etc. Eu inclusive já comentei sobre isso em um dos meus vídeos do meu canal no Youtube com o título COMO Fazer Revisões Eficientes Para Concursos Públicos. Fica o convite no caso de você ainda não ter assistido:

Neste caso, o autoconhecimento conta muito, pois cada candidato tem suas formas preferidas de estudar e aquelas que funcionam melhor em cada caso.

Mas como muitos concurseiros estudam por meses e como o conteúdo do edital é geralmente bem grande e complexo, como efetivar a revisão, já que não basta apenas revisar no dia seguinte para ter bons resultados em uma prova que ocorrerá meses depois?

Neste caso, com base nos estudos de Ebbinghaus, indico a revisão em três momentos distintos: 24 horas, 7 dias e 30 dias. Caso o tempo que antecede a prova for muito extenso, indico ainda uma revisão a cada 3 meses. A revisão de cada assunto estudado deve ser de 15 a 20 minutos feita no dia posterior. Já na etapa 2, após 7 dias, o tempo de estudo pode ser de 10 a 8 minutos. Na revisão dos 30 dias, repete-se a revisão de 10 minutos. É desta forma que você utiliza a curva do esquecimento, que poderia ser um obstáculo, a favor dos seus estudos. Estas marcas podem ser ajustadas conforme a sua necessidade, mas todo o conteúdo do edital deve ser realizado. Para facilitar eu também gravei um vídeo sobre QUANDO Fazer Revisões:

Um abraço e bom estudos!!!

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PS. Quer ser meu coachee ou conhecer uma pouco mais a carreira de Auditor Fiscal? É só avisar a equipe do Estratégia quando fizer a matrícula! :)

 

Veja também: Técnicas De Memorização Poderosas No Estudo Para Concurso Público

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Lições do fundador da Nike para os concurseiros


Blog Gran Cursos Online – Gabriel Granjeiro
29 de mai de 2017 16:51

"A melhor maneira de começar é parar de falar e começar a fazer." Walt Disney

Como eu já mencionei em outro artigo (confira AQUI), há muitos paralelos que podem ser feitos entre a atividade empreendedora e o estudo para concurso público. Um deles diz respeito aos enfrentamentos típicos que tanto o empreendedor como o concurseiro experimentam. Qualquer um que tenha um objetivo grande ou queira realizar algo significativo na vida, seja na esfera pública, seja na iniciativa privada, encara sucessivas angústias e dificuldades.

Partindo dessa premissa, hoje decidi compartilhar com meus leitores algumas lições que apreendi em minha última leitura. O livro "A Marca da Vitória" conta a história do hoje bilionário Phil Knight, criador da marca Nike, a mais conhecida, admirada e valiosa no mundo esportivo. Organizada em capítulos que contam ano a ano, de 1962 a 1980, a história de Phil, além de alguns episódios mais atuais da família Knight, a autobiografia é o relato de uma trajetória de superações, de desafios, de fracassos e de aprendizados. A saga do fundador da Nike pode e deve inspirar os jovens empreendedores – a mim, com certeza já inspirou! – e todos aqueles que lutam de maneira simples, objetiva, prática e nada convencional por algum sonho, como o de ser aprovado em um bom concurso público.

Li o livro e posso afirmar com tranquilidade que as mensagens e lições nele contidas têm tudo para ajudar quem quer acelerar o passo rumo à realização de um grande sonho. Como em outras oportunidades, farei o possível para adaptá-las ao nosso contexto, extraindo o que é aplicável à conquista da carreira pública ou, no mínimo, o que pode ser útil para aqueles momentos mais difíceis e frustrantes que todo candidato atravessa quando está na fila em busca de um cargo público. E nós sabemos bem que esses desafios não são poucos.

Para Phil, tudo começou em 1962, quando ele, com apenas 24 anos de idade e 50 dólares emprestados pelo pai, teve a ideia maluca de importar tênis japoneses para vender no mercado americano. O caminho que ele escolheu não foi nada fácil, mas tudo na vida é assim, não é mesmo? Vieram muitos fracassos, muitos triunfos, muitos golpes de sorte de um sujeito introvertido, sincero ao extremo e inseguro, mas que sabia bem o que queria, tal como alguns concurseiros que, no início da preparação, sentem dificuldade para se misturar com os colegas, têm medo ou vergonha de estudar em grupo e não conseguem nem sequer formular perguntas para os professores, mas persistem por terem certeza de que abraçaram o objetivo certo.

Ninguém nasce pronto para nada. Não existem super-heróis. Se alguém é vencedor, é porque acreditou mais e por mais tempo nos seus propósitos do que os outros. Há que aprender com o grande mestre que é o tempo, com os momentos difíceis que a vida impõe, com a concorrência, com quem está disposto a transmitir suas experiências. Assim fez Knight em sua trajetória, revisitada nessa obra que se transformou numa espécie de bíblia dos obstinados.

Antes de criar a Nike, o nosso personagem viajou o mundo, sempre atento aos valores, à cultura, às necessidades e às crenças, entre outras características de toda gente que teve a oportunidade singular de conhecer. Eis aí nossa primeira bela lição: antes de se inscrever no concurso dos seus sonhos, que tal se inscrever em vários outros para conhecer as bancas, ir ganhando confiança e avaliar o conhecimento já assimilado? Acredite: explorar o território em que você caminhará pelos próximos meses ou, talvez, anos pode fazer toda a diferença.

Phil repete várias vezes ao longo do livro uma frase instigadora que serviu como uma espécie de mantra em diversos momentos da sua história e épocas da sua vida: "Os fracassados nunca começaram, os fracos morreram pelo caminho e nós aqui estamos". Acho, até, que se trata de uma adaptação da mais famosa frase do autor da teoria do pensamento positivo, Norman Vincent: "Os covardes nunca começam (ou nunca tentam), os fracassados nunca terminam, os vencedores nunca desistem".

Como você vê, ideias fortes como essa ecoam entre indivíduos destinados a fazer a diferença no mundo. No caso de quem se prepara para concurso público, a obstinação a que o pensamento se refere pode ser posta em prática com a elaboração de um detalhado plano de estudo e o cuidado para que ele não fique apenas no papel. Siga à risca o cronograma, ajustando-o apenas quando for absolutamente necessário, por razões que tenham fugido ao seu controle. Nada de agir de forma estabanada e sem critério.

O nosso protagonista, falível como qualquer ser humano, tinha alguns defeitos que trabalhavam contra o seu sucesso. Era um sujeito tímido, medroso e inseguro. Não gostava de conversar com as pessoas, tinha pouca paciência e era franco demais. Calcule as dificuldades que um temperamento como esse pode produzir quando se almeja criar um modelo de negócios cujo objeto é a venda de mercadorias. É difícil imaginar que alguém com essas características possa se superar e se tornar bem-sucedido em seus projetos, não é?

Da mesma forma, o concurseiro, sobretudo no início da preparação, vai ter medo, vai se sentir inseguro e despreparado para lidar com as frustrações – as temidas reprovações – e vai esbarrar em matérias e conteúdos dos quais não gosta ou que não consegue assimilar direito. Não importa o quanto esses sentimentos sejam paralisantes, o candidato terá de superar todos eles para fazer por merecer a carreira pública e a estabilidade financeira que persegue.

O fundador da Nike compartilha com o leitor da sua história alguns lemas, conselhos e filosofias que costumavam orientar as suas decisões. Eles são facilmente aplicáveis à nossa realidade de candidatos em busca da aprovação em concurso, por isso cito alguns: "(…) nem todas as pessoas do mundo gostarão de nós, ou nos aceitarão, e (…) muitas vezes somos deixados de lado justo quando mais precisamos sentir que fazemos parte de algo", "Tenha um propósito, seja criativo e, acima de tudo, seja diferente", "(…) apenas continue. Não pare. Nem pense em parar enquanto não chegar lá e não pense muito sobre onde fica esse 'lá'. O que quer que aconteça, não pare", "(…) diga para você mesmo, a todo momento, que está correndo em direção a um objetivo (…) e que a alternativa 'parar' o faz tremer de medo". Imagino que você tenha se identificado com pelo menos um desses ensinamentos. Sugiro que você o anote e o mantenha sempre por perto. Releia-o sempre que tiver necessidade de se fortalecer.

É importante dizer que o grande empresário que hoje nos inspira teve todos os motivos do mundo para desistir. E ele pensou em fazer isso nas inúmeras vezes em que as coisas não iam bem. Logo no início, teve de ignorar a resistência do seu pai, que não aprovava a ideia do filho de abrir um negócio nos moldes que o jovem empreendedor pensou – como vimos, ele a considerava "maluca". Mais tarde, precisou suportar o sofrimento psicológico da esposa, consequência dos inúmeros problemas que o casal enfrentava, o que incluía falta de dinheiro para pagar o aluguel do mês. Depois, houve a ameaça do fornecedor japonês de deixar de entregar a mercadoria e a sabotagem dos concorrentes, que tramavam deliberadamente contra a sua organização, na época em processo de ampliação e crescimento. Nem mesmo o fisco americano, que deveria prezar pela objetividade, colaborou; ao contrário, cobrou injustamente da empresa dezenas de milhões de dólares em impostos, valor que correspondia a quase o faturamento de um ano inteiro de vendas. Não bastassem todos esses percalços, o principal garoto-propaganda da Nike morreu em um grave acidente.

Nosso protagonista enfrentou esses e muitos outros problemas que levariam uma pessoa comum a desistir. Mas com Phil foi diferente. Ele seguiu em frente, superando tudo que se interpunha em seu caminho. Passados aqueles primeiros anos, ele se tornou o empreendedor de sucesso que conhecemos. Estamos falando do empresário que é hoje o principal acionista de uma empresa que vale 283 bilhões de reais. E não esqueça que tudo começou com apenas 50 dólares…

Portanto, não desanime se a sua condição financeira, hoje, não for das mais favoráveis. Comece com o que tem e vá em frente, como fez nosso protagonista.

Note, concurseiro, que, guardadas as devidas proporções, cada um de nós também atravessou, atravessa ou atravessará momentos ruins, aos quais apenas os fortes sobreviverão. Afinal, desistir é para os fracos.

Então, sigamos enfrentando – e vencendo – tudo e todos que tentarem nos atrapalhar na conquista dos nossos sonhos. Combinado?

"Os covardes nunca começaram, os fracos morreram pelo caminho – e nós estamos aqui."

Gabriel Granjeiro – Diretor-Presidente e fundador do Gran Cursos Online e da GG Educacional. Sempre soube que a sua missão de vida era ser empreendedor. Por força do destino, ingressou no mercado de concursos muito novo, há mais de 10 anos. Acumulou experiências de grande valia ao acompanhar as atividades empresariais de seus pais, ambos ex-servidores com quase 3 décadas de experiência no mercado de concursos. Em 2013, decidiu que queria montar sua própria empresa e convidou o amigo Rodrigo Calado, também muito experiente na área, para ser o seu sócio. Nasceu ali a GG Educacional, uma organização totalmente dedicada à educação a distância, cujo lema é: "Ensino aliado à tecnologia". Esse foco, em conjunto com o trabalho de colaboradores e professores dedicados e altamente especializados, resultou em crescimento exponencial ao longo dos últimos 2 anos. Atualmente, o Gran Cursos Online, principal marca da empresa, está entre as maiores do País e é referência em sua esfera de atuação.

É formado em Administração e Marketing pela New York University Stern School of Business, instituição de grande destaque no mundo corporativo. Nela, estudaram empreendedores de sucesso, como Jack Dorsey (fundador do Twitter) e John Paulson (fundador e presidente de um dos maiores fundos de investimento do mundo). Lá, participou de projetos desafiadores, interagindo com alunos do mundo inteiro e de visões muito diferentes da sua. Essa educação global e empreendedora hoje faz parte do DNA de Gabriel e da empresa que ele lidera, onde busca oferecer aos alunos o que há de melhor; tudo para ajudá-los a atingir os seus objetivos e a mudar de vida.

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Servidor só recebe piso da categoria se orçamento público permitir, diz TST


SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL – Siqueira
29 de mai de 2017 17:15


Consultor Jurídico     -     29/05/2017




Servidor só pode receber o piso da categoria se o orçamento público comportar esse gasto. Com essa tese, a Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento aos embargos de um engenheiro químico da Fundação de Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul que pretendia receber o piso salarial da sua categoria profissional.

No entendimento majoritário da subseção, a concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração, ainda que se trate de contratação sob o regime celetista, como no caso, necessita de dotação orçamentária, como previsto na Constituição Federal.

Os embargos do engenheiro chegaram à seção especializada contra decisão desfavorável da 2ª Turma do TST, que afirmou não se aplicar aos servidores públicos celetistas da esfera federal, estadual ou municipal os salários profissionais previstos em leis de alcance geral, para regular as relações de trabalho no setor privado.

O relator dos embargos, ministro Alexandre Agra Belmonte, votou no sentido de prover o recurso. Para ele, a observação do piso salarial mínimo da Lei 4.950-A/66 não infringe nenhum dos limites preconizados pelos artigos 37, inciso X, e 169, parágrafo 1º, da Constituição, pois a hipótese dos autos não trata de criação de vantagem nem de aumento de remuneração, "mas em assentamento de prerrogativa prevista em lei que deixou de ser observada quando da contratação".

Venceu, no entanto, a divergência aberta pelo ministro Márcio Eurico Vitral Amaro. Em seu voto, ele assinalou que a expressa determinação de previsão em lei para a fixação da remuneração dos cargos públicos, ainda que sob o regime da CLT, inviabiliza que se tome outra lei que não é específica para os empregados públicos para fins de valor de remuneração inicial.

O ministro observou que a doutrina considera imprópria a menção, no Decreto-lei 200/67, à personalidade de direito privado para as fundações públicas, reforçando a inserção dessas entidades no regime de direito público. No caso da fundação gaúcha, apontou ainda que ela é representada no processo pela Procuradoria do Rio Grande do Sul, sendo-lhe concedidos os benefícios da Justiça gratuita. "O próprio tratamento que se está dando à fundação é de fundação pública", afirmou.

Embora lembrando que o Supremo Tribunal Federal, em alguns precedentes, admita a aplicação da Lei 4.950-A a servidores e empregados públicos, Márcio Eurico destacou que a questão não foi analisada sob o enfoque dos dispositivos constitucionais pertinentes (artigos 37 e 169 da Constituição).

Ficaram vencidos, além do relator, os ministros Emmanoel Pereira, Aloysio Corrêa da Veiga, Augusto César Leite de Carvalho, José Roberto Freire Pimenta e Cláudio Mascarenhas Brandão. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.


Processo 872-97.2010.5.04.0011


Desacatar funcionário público continua a ser crime, decide 3ª Seção do STJ


SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL – Siqueira
29 de mai de 2017 20:22


Consultor Jurídico     -     29/05/2017




Desacatar funcionário público no exercício da função ou em razão dela continua a ser crime, conforme previsto no artigo 331 do Código Penal. Isso é o que decidiu a 3ª Seção do Superior Tribunal de Justiça.

Após uma decisão da 5ª Turma de dezembro de 2016 pela descriminalização da conduta, o colegiado afetou um Habeas Corpus para que a seção (que reúne as duas turmas de Direito Penal do STJ) pacificasse definitivamente a questão.

Segundo o ministro Antonio Saldanha Palheiro, autor do voto vencedor, a tipificação do desacato como crime é uma proteção adicional ao agente público contra possíveis "ofensas sem limites".

Para o magistrado, a figura penal do desacato não prejudica a liberdade de expressão, pois não impede o cidadão de se manifestar, "desde que o faça com civilidade e educação".

O ministro destacou que a responsabilização penal por desacato existe para inibir excessos e constitui uma salvaguarda para os agentes públicos, expostos a todo tipo de ofensa no exercício de suas funções.

Sem benefícios

Com outros fundamentos, o ministro Rogerio Schietti Cruz acompanhou o voto vencedor e disse que a exclusão do desacato como tipo penal não traria benefício concreto para o julgamento dos casos de ofensas dirigidas a agentes públicos.

Ele explicou que, com o fim do crime de desacato, as ofensas a agentes públicos passariam a ser tratadas pelos tribunais como injúria, crime para o qual a lei já prevê um acréscimo de pena quando a vítima é servidor público.

Schietti lembrou que, apesar da posição da Comissão Interamericana de Direitos Humanos ser contrária à criminalização do desacato, a Corte Interamericana de Direitos Humanos, órgão que efetivamente julga os casos envolvendo indivíduos e estados, já deixou claro em mais de um julgamento que o Direito Penal pode responder a eventuais excessos na liberdade de expressão.

Acrescentou, por outro lado, que o Poder Judiciário brasileiro deve continuar a repudiar reações arbitrárias eventualmente adotadas por agentes públicos, punindo pelo crime de abuso de autoridade quem, no exercício de sua função, reagir de modo autoritário a críticas e opiniões que não constituam excesso intolerável do direito de livre manifestação do pensamento.

Abuso de poder

O relator do caso, ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que ficou vencido no julgamento, votou pela concessão do Habeas Corpus para afastar a imputação penal por desacato. O magistrado destacou que o Brasil assinou em 1992 a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de San José) e que a tipificação do desacato como tipo penal seria contrária ao pacto por afrontar a liberdade de expressão.

Para o ministro, eventuais abusos gestuais ou verbais contra agentes públicos poderiam ser penalmente responsabilizados de outra forma, e a descriminalização do desacato não significaria impunidade.

Ao acompanhar o relator, o ministro Ribeiro Dantas — que foi relator do caso julgado em dezembro pela 5ª Turma — afirmou que não se deve impor uma blindagem aos agentes públicos no trato com os particulares.

Ele disse que o Judiciário gasta muito tempo e dinheiro para julgar ações por desacato, muitas vezes decorrentes do abuso do agente público que considera como ofensa a opinião negativa do cidadão.

HC 379.269

Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.


Servidor que conclui mestrado só progride na carreira após requisição


SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL – Siqueira
29 de mai de 2017 21:15


Consultor Jurídico     -     29/05/2017




Servidor público que conclui mestrado ou doutorado só consegue progressão na carreira depois de se formar e requerer promoção. O entendimento é da 3ª Vara do Juizado Especial Federal em Tocantins julgou improcedente o pedido de uma servidora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Tocantins (IFTO)

A servidora afirmava que concluiu o mestrado antes de assumir o novo cargo, e o título lhe daria direito a aumento salarial por titulação. Eventual decisão favorável ao pleito obrigaria o instituto a pagar de uma vez o valor correspondente à diferença entre o que ela havia recebido e o que pedia de acréscimo desde a data da posse.

Em defesa do IFTO, a Advocacia-Geral da União alegou que, de acordo com a Lei 11.784/2008, a investidura no cargo se dá obrigatoriamente no nível 1 da Classe DI, independentemente do nível de titulação do servidor e somente mediante requerimento administrativo, instruído com a comprovação da alegada titulação, é que se passa a ter direito à progressão funcional na carreira.

"Afinal, se o servidor se atrasou em formalizar o requerimento de progressão funcional, não se pode imputar essa demora à Administração Pública. Frise-se que o ônus de requerer e comprovar o direito neste caso era da servidora autora, por se tratar de progressão por qualificação e não por desempenho profissional, o qual, aí sim, dependeria da intervenção da chefia (avaliação)", destacou a decisão do Juizado.

Processo 385-85.2017.4.01.4300 — 3ª Vara do JEF/TO


Com informações da Assessoria de Imprensa da AGU.


[Questão] Fontes e Princípios da Justiça Eleitoral


Mapas e Questões para Concursos – Terezinhanr
30 de mai de 2017 00:34

[CESPE/2017          TRE-PE]  Segundo a CF, são órgãos da justiça eleitoral

a) as zonas eleitorais.

b) os cartórios eleitorais.

c) os juízes eleitorais.

d) os colégios eleitorais.

e) as mesas eleitorais.


CF 88, Art. 118. São órgãos da Justiça Eleitoral:

I – o Tribunal Superior Eleitoral;
II – os Tribunais Regionais Eleitorais;
III – os Juízes Eleitorais;
IV – as Juntas Eleitorais.

Gabarito: C

Mapa Mental em:  Fontes e Princípios – Justiça Eleitoral

 

Fontes e Princípios - Justiça Eleitoral

Fontes e Princípios – Justiça Eleitoral

 

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Concurso MP SP Promotor: aprovadas 67 vagas e regras para seleção. Salário de R$ 24 mil!


Estratégia Concursos – Fernando Brito
26 de mai de 2017 15:18

Além das vagas para Analista Técnico Científico e Auxiliar de Promotoria já aprovadas, o Ministério Público do estado de São Paulo publicou na edição desta sexta-feira, 26 de maio, do Diário Oficial do MP, o regulamento do 92º concurso que ofertará 67 vagas para o cargo de Promotor de Justiça Substituto (concurso MP SP Promotor).

Das oportunidades, serão reservadas um percentual de 20% para negros, pardos e índios, além de 5% para portadores de deficiência física. No documento, o MP apresenta como deve ser feita a seleção dos candidatos às vagas disponíveis. Os requisitos mínimos para investir no cargo é ter bacharelado em direito e três anos de experiência na atividade jurídica. A remuneração inicial é de R$ 24.818,71.

Sobre a abertura do concurso, o MP regulamenta que:

A realização do concurso para  dependerá de proposta do Procurador-Geral de Justiça, aprovada pelo Órgão Especial do Colégio de Procuradores de Justiça. O Procurador-Geral de Justiça incluirá a proposta de abertura do concurso de ingresso na ordem do dia da primeira reunião ordinária que se seguir à sua apresentação. Aprovada a proposta, o Órgão Especial fixará o número de cargos a serem providos.

As provas concurso MP SP Promotor 2017

A avaliação dos candidatos deverá ser feita, a partir de três fases distintas, realizadas de forma sucessiva através das seguintes provas. A primeira etapa consta de uma prova objetiva composta por 100 questões de múltipla escolha, de caráter apenas eliminatório.

Depois, os candidatos aprovados na primeira etapa, serão submetidos a uma prova escrita, de caráter eliminatório e classificatório, o que dará ingresso à etapa seguinte, que corresponde a uma prova oral de caráter eliminatório e classificatório.

Depois de publicado o edital, as inscrições para o certame devem ser iniciadas após prazo máximo de 30 dias. Seguem abaixo as disciplinas que devem ser cobradas na prova do concurso para promotor do Ministério Público de São Paulo:

Direito Penal – 15 questões
Direito Processual Penal – 12 questões
Direito Civil – 10 questões
Direito Processual Civil – 10 questões
Direito Constitucional – 12 questões
Direito da Infância e da Juventude – 6 questões
Direito Comercial e Empresarial – 4  questões
Tutela de Interesses Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos – 14 questões
Direitos Humanos – 4 questões
Direito Administrativo – 10 questões
Direito Eleitoral – 3 questões

Fique ligado, pois o Estratégia Concursos está preparando material para um curso específico focado no concurso para Promotor de Justiça do MP SP.
CURSOS CONCURSO MP SP PROMOTOR

O Estratégia também possui cursos específicos para quem se prepara para os cargos de Analista Técnico e Auxiliar de Promotoria.
CURSOS CONCURSO MP SP – ANALISTA E AUXILIAR

♦Informações do Próximo Concurso
►Data prevista: 2017
►Vagas: 67 vagas
►Lotações: São Paulo 
►Remuneração inicial: R$ 24.818,71
►Banca: comissão própria
►Edital: Em breve
►Escolaridade: Ensino Superior
►Cursos Estratégia Concursos: CURSOS PARA CONCURSOS

Fernando Brito
Ascom Estratégia
comunicacao@estrategiaconcursos.com.br

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Concurso Agepen RN: Baixe o edital verticalizado e otimize a sua preparação!


Blog Gran Cursos Online – Equipe Gran Cursos Online
26 de mai de 2017 17:42

Concurso SEJUC RNAs inscrições para o concurso Sejuc RN já estão abertas. Para você, que irá participar da seleção, o Gran Cursos Online disponibilizou o edital verticalizado com todo o conteúdo detalhado. Confira abaixo!

BAIXE AQUI O EDITAL VERTICALIZADO: CONCURSO AGEPEN RN

Veja todas as informações do certame:

As inscrições devem ser realizadas até às 16h do dia 22 de junho de 2017 (horário oficial do Estado do Rio Grande do Norte), pelo site da organizadora, o Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan). A taxa está fixada no valor de R$ 100, devendo ser paga até 23 de junho de 2017.

São oferecidas 571 vagas para o cargo de Agente Penitenciário, sendo 451 (quatrocentas e cinquenta e uma) vagas destinadas aos candidatos do sexo masculino e 120 (cento e vinte) ao sexo feminino.

Concurso Sejuc RN paga inicial de R$ 3 mil para quem tem nível superior em qualquer área!Concurso Sejuc RN paga inicial de R$ 3 mil para quem tem nível superior em qualquer área!

Dicas de estudo e análise do edital SEJUC RN

Requisitos para ingresso dos aprovados no concurso SEJUC RN

Os candidatos do concurso Sejuc RN precisam possuir diploma de conclusão de curso de nível superior em qualquer área de formação, nacionalidade brasileira ou portuguesa, idade entre 18 e 45 anos de idade, completos até 31 de dezembro do ano da inscrição, além de Carteira Nacional de Habilitação válida, categoria B.

concurso SEJUC RN

Detalhes concurso SEJUC RN:

  • Concurso: Secretaria da Justiça e da Cidadania do RN (Sejuc) (Concurso Agente Penitenciário RN)
  • Banca organizadora: Idecan
  • Cargo: Agente Penitenciário RN
  • Escolaridade: Nível superior
  • Número de vagas: 571
  • Remuneração: R$ 3 mil
  • Inscrições: Entre 24 de maio e 22 de junho de 2017
  • Taxa: R$ 100
  • Data da prova: 16 de  julho de 2017 

 

 

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TRE-BA: Banca definida! Será o CESPE! Contrato já foi assinado e tribunal pede prioridade para realização do concurso



Boa notícia para aqueles que estão se preparando para o concurso do Tribunal Eleitoral da Bahia. Foi definida a banca examinadora do concurso e com isso o concurso fica a cada dia mais próximo.

Conforme publicado no Diário Oficial da União, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos – CEBRASPE/CESPE foi escolhido por dispensa de licitação como organizador do concurso para provimento de vagas do quadro de pessoal do TRE-BA.




O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) e o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) assinaram, nesta sexta-feira (26/5), contrato para a organização de concurso público. A assinatura ocorreu durante reunião realizada entre o presidente do Eleitoral, desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, e o diretor de negócios do Cebraspe, Ricardo Bastos Cunha. Com isso, a empresa deverá, desde já, iniciar os trabalhos para a organização do certame.

De acordo com o desembargador Rotondano, a determinação é a de que o edital seja publicado o mais breve possível. "A reunião com o Cebraspe foi no sentido de pedir que priorizem o nosso concurso e nos encaminhem, o quanto antes, o edital para aprovação e posterior publicação. Esse é um grande avanço para a realização do concurso do TRE da Bahia e a nossa garantia é a de que, dentro dos próximos meses, estaremos realizando o certame", afirmou.

Conforme a comissão organizadora do certame, serão oferecidas 48 vagas, que deverão contemplar os cargos de técnico e analista judiciário, com requisito de nível médio e superior, respectivamente. A definição do Cebraspe (Cespe/UnB) como organizador do concurso do TRE baiano foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) dessa quinta-feira (25/5), Seção 03, página 116.

A realização do concurso público do TRE baiano está entre as prioridades do Órgão para 2017, conforme compromisso de gestão, firmado pelo presidente do Eleitoral durante seu discurso de posse. Além disso, o certame integra projeto de priorização do primeiro grau da jurisdição. Também participaram da reunião desta sexta-feira (26/5) o diretor-geral do TRE da Bahia, Raimundo Vieira; e o secretário de Gestão Administrativa do Eleitoral, Antônio Moisés Almeida Braga.

Revisão para o concurso de Promotor de Justiça de Roraima


Dizer o Direito – Márcio Cavalcante
28 de mai de 2017 11:44


Olá amigos do Dizer o Direito,

Está disponível a revisão para o IX Concurso de Promotor de Justiça de Roraima.

Espero que seja útil para as provas.

Um grande abraço.



Servidor tem direito à licença para participar de curso de formação sem prejuízo da remuneração




BSPF     -     26/05/2017




A 1ª Turma do TRF 1ª Região, por unanimidade, negou provimento à apelação da União contra a sentença, da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, que deferiu o pedido de afastamento de um servidor público, ora impetrante, para participação em curso de formação do concurso de Delegado da Polícia Civil do Estado do Amazonas sem prejuízo de sua remuneração.

O ente público, em suas razões, alega que, conforme o art. 20, § 4º, da Lei nº 8.112/90, somente novos servidores em cargos da Administração Pública Federal têm direito à licença para participação em curso de formação para cargos estaduais, distritais ou municipais.

Ao analisar a questão, a relatora, desembargadora federal Gilda Sigmaringa Seixas, afirmou que o servidor público federal, mesmo em estágio probatório, tem direito de afastar-se do exercício do cargo para participar de curso de formação profissional para provimento de cargo público estadual, municipal ou distrital sem prejuízo de sua remuneração, sob pena de afronta ao princípio da isonomia.

A magistrada destacou que a Lei nº 9.527/97, art. 1º, alterou o dispositivo do art. 20 da Lei 8.112/90, ao qual incluiu a redação de queao servidor em estágio probatório somente poderão ser concedidas as licenças e os afastamentos previstos nos arts. 81, incisos I a IV, 94, 95 e 96, bem assim afastamento para participar de curso de formação decorrente de aprovação em concurso para outro cargo na Administração Pública Federal.

Esclareceu a desembargadora, ainda, que deve ser preservada a situação de fato consolidada com o deferimento da liminar (30/09/2013) e garantida a participação do impetrante no curso de formação.
Nesses termos, o Colegiado, acompanhando o voto da relatora, negou provimento à apelação.

Processo nº 0055512-31.2013.4.01.3400/DF


Fonte: Assessoria de Imprensa do TRF1


Aprovado em concurso público com nomeação tardia não tem direito à indenização


SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL – Siqueira
27 de mai de 2017 10:13


BSPF     -     27/05/2017




A 5ª Turma do TRF 1ª Região, por unanimidade, deu parcial provimento à apelação interposta pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra a sentença, da 16ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, que concedeu parcialmente a segurança para determinar à autarquia que proceda à avaliação dos títulos de um candidato aprovado em concurso público, ora impetrante, e assegure a nomeação e posse do requerente no cargo efetivo de Perito Médico da Previdência Social, na Região Administrativa de Ceilândia/DF, devendo ser respeitada a ordem de classificação, cabendo, ainda, à Administração observar os efeitos decorrentes da nomeação, inclusive financeiros, a partir da impetração.

Em suas razões, o INSS alegou a discricionariedade da administração pública em matéria de concurso público que tem liberdade na fixação de critérios e normas do edital, competindo ao poder público analisar os critérios de conveniência e oportunidade na abertura do certame. Sustentou que foram elaboradas três listas de aprovados: a primeira, com o chamamento de todos os candidatos que foram aprovados na localidade para o qual se inscreveram em 1ª opção no referido concurso; a segunda, esgotados os candidatos aprovados na primeira relação (que optaram em primeiro lugar para determinado município), haveria outra lista para os aprovados que fizeram a 2ª opção, iniciando-se outra etapa de convocação dos candidatos que haviam feito 2ª opção, e, por fim, a terceira opção, e, por fim, como uma terceira opção para o INSS para convocação dos aprovados, decidiu-se pela elaboração de uma relação geral de todos os candidatos classificados dentro de uma mesma unidade da Federação. Afirmou que não violou o princípio da legalidade, pois observou o edital que rege o certame. Por fim, pleiteou a autarquia reforma da sentença quanto aos efeitos financeiros, que devem incidir a contar da data em que a parte impetrante iniciou o exercício de suas funções.

Ao analisar o caso, o relator, juiz federal convocado Rodrigo Navarro de Oliveira, argumentou que, "constando do edital do concurso a previsão de que o candidato, no momento da inscrição, poderia manifestar opção para duas localidades, constitui preterição a nomeação daquele que obteve nota inferior e indicou preferência de lotação, como primeira opção, em localidade indicada pela parte impetrante como segunda opção".

O magistrado destacou que a jurisprudência, tanto do TRF1 como do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), é firme no sentido de que o candidato aprovado em concurso público que teve sua nomeação tardiamente efetivada não tem direito à indenização nem à retroação dos efeitos financeiros.

Nesses termos, o Colegiado, acompanhando o voto do relator, deu parcial provimento à apelação para excluir da condenação a retroação dos efeitos financeiros.

Processo nº 337690920064013400/DF


Fonte: Assessoria de Imprensa do TRF1


Gabarito CREA-MS: Concurso 2017


Confira Concursos – Confira Concursos
28 de mai de 2017 12:38

Gabaritos das provas objetivas do concurso público do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado do Mato Grosso do Sul (CREA-MS), regido pelo edital N.º 001/2017, para o provimento de cinco vagas mais formação de cadastro reserva.

Gabarito Concurso TJ-SC 2017: Juiz Substituto


Confira Concursos – Confira Concursos
28 de mai de 2017 12:38

Gabarito preliminar da prova objetiva seletiva do concurso público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), destinado ao preenchimento de cinco vagas no cargo de Juiz Substituto, função que possui remuneração de R$ 22.521,20.

Tribunal de Justiça de Alagoas anuncia concurso para servidores ainda neste ano


Blog do Eu Vou Passar :. Prepare-se com os melhores – Redação EVP
25 de mai de 2017 15:05

O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) informou nesta quarta-feira (24) que um concurso para servidores deve acontecer ainda neste ano. O órgão aguarda que o projeto de cargos e salários, aprovado pela Assembleia Legislativa de Alagoas, seja sancionado.

Uma reunião da comissão do concurso aconteceu na tarde da última terça (23), na sala da Direção-Geral do TJ. Na ocasião, foram discutidas demandas relacionadas ao termo de referência para contratação da instituição que ficará responsável pela realização do certame.

"Os trabalhos estão dentro da programação prevista pela comissão, aguardando ainda a sanção do projeto. Nossa intenção é que até o final do ano o concurso seja realizado", enfatizou o desembargador Alcides Gusmão da Silva, membro da comissão do concurso.

O desembargador explicou que empresas com atuação na área serão procuradas, para que após uma análise da comissão, seja escolhida aquela que apresentar melhor desempenho conforme as exigências do Tribunal.

"Nós fazemos o termo de referência de contratação, como uma espécie de condição prévia de contrato. Também estabelecemos as condições que entendemos necessárias para a contratação daquela empresa e a contrapartida que ela vai nos oferecer em prestação de serviços, que envolve conteúdo programático dos cargos oferecidos, taxa de inscrição, locais de realização do concurso, entre outras situações".

O desembargador adiantou ainda que até a próxima reunião, que acontecerá em junho, deve ser estabelecida comunicação com as empresas responsáveis por realizar concursos para a efetivação do contrato.

Com informações do site G1

Confira nossos cursos no EVP

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Justiça suspende limites mínimo e máximo de idade em concurso para delegado


Papo de Concurseiro – Lorena Pacheco
25 de mai de 2017 17:41

Justiça suspende limites mínimo e máximo de idade em concurso para delegado

Uma decisão liminar suspendeu os limites de idade impostos no edital do concurso para delegado substituto da Polícia Judiciária Civil do Mato Grosso. O regulamento restringia a participação de candidatos entre 21 e 45 anos. Mas, graças a uma ação civil impetrada pelos defensores Jardel Mendonça Santana e Bethania Meneses Dias, esse limite foi suspenso. Segundo eles, a imposição da […]

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Servidora tem direito a horário especial para cuidar de filho com autismo


SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL – Siqueira
22 de mai de 2017 21:37


BSPF     -     22/05/2017




A 1ª Turma do TRF 1ª Região, por unanimidade, negou provimento à apelação do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra a sentença, da 2ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí, que julgou parcialmente procedente o pedido de uma servidora ao horário especial, sem qualquer compensação ou redução da remuneração, para cuidar do filho com deficiência – autismo.

Requereu a servidora a concessão de horário especial em razão de seu filho ter Transtorno do Espectro do Autismo. O ente público, ora apelante, entretanto, sustentou que não há previsão legal no ordenamento jurídico pátrio que autorize a carga diferenciada para servidor que tenha cônjuge, filho ou dependente deficiente sem que haja compensação de horário.

A relatora, desembargadora federal Gilda Sigmaringa Seixas, argumentou que há a possibilidade de horário especial ao agente público que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência desde que comprovada a necessidade por junta médica, de acordo com o art. 98, § 3º, da Lei nº 8.112/90.

Com a análise de relatórios e laudos médicos que atestam a necessidade de assistência direta e constante da servidora para com o filho, a magistrada ressaltou que o INSS não apresentou elementos capazes de comprovar a rejeição ao horário especial da parte impetrante.

Nesses termos, o Colegiado, acompanhando o voto da relatora, negou provimento à apelação.

Processo nº: 0025240-97.2013.4.01.4000/PI


Fonte: Assessoria de Imprensa do TRF1


Avaliação de currículo não pode reprovar ou aprovar candidato


SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL – Siqueira
23 de mai de 2017 16:30


BSPF     -     23/05/2017




Em concursos públicos, a prova de títulos não pode ter natureza eliminatória, mas somente classificatória. Com base nessa orientação do Supremo Tribunal Federal (STF), a Quinta Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decidiu, por unanimidade, determinar que a pontuação obtida pelo candidato A.B.H. na avaliação de currículo fosse desconsiderada no cálculo de sua média final, de forma a não influenciar diretamente em sua reprovação ou aprovação.

A.B.H. inscreveu-se em concurso público para concorrer ao cargo de professor adjunto da carreira de magistério superior da Universidade Federal Fluminense (UFF), cujo edital previa, nos itens 8.14 e 8.17, que seriam considerados habilitados no concurso público os candidatos que obtivessem média final igual ou superior a 7 (sete), resultante da média aritmética das notas finais atribuídas pelos membros da banca examinadora, sendo cada nota final alcançada pela média ponderada das notas obtidas na prova de conteúdo, na avaliação de currículo e na prova didática.

O desembargador federal Aluisio Mendes, relator do processo no TRF2, entendeu que, dessa forma, a nota obtida na avaliação de currículo, em que eram analisados os títulos apresentados pelos candidatos, tinha influência na aprovação ou reprovação do candidato no concurso, possuindo, inclusive, caráter eliminatório, já que fazia parte do cálculo para se chegar à nota final atribuída por cada um dos membros da banca examinadora, utilizada, por sua vez, para se alcançar a média final do candidato.

Para o magistrado, a realização de concurso público baseado apenas em prova de títulos é vedada, justamente, porque "tal avaliação não é capaz de, isoladamente, identificar o candidato portador de maior conhecimento e mais preparado para o cargo ou o emprego público, de modo que os títulos, ainda que possam revelar experiências, não representam mecanismo idôneo para avaliação do mérito individual, devendo ser a eles concedido caráter acessório".

O desembargador ressaltou ainda que o caráter eliminatório atribuído à avaliação de títulos, no caso, configura também violação ao princípio constitucional da isonomia, "sobretudo em razão de exigir pontuação maior de candidatos mais jovens, os quais sequer viveram o suficiente para se qualificar em patamar equivalente aos com maior tempo de vida. O mesmo se diga com relação aos candidatos de condição financeira menos favorecida, que pelas diferentes contingências da vida acabam afastados da qualificação formal que se traduz em títulos", finalizou.

Processo: 0016879-51.2016.4.02.5102


Fonte: Assessoria de Imprensa do TRF2


TJ-RS: Escolhida a banca examinadora. Vagas para Analista e Técnico.


Se Joga, Galera! – Italo Romano
23 de mai de 2017 22:52

Vem aí mais um concurso!

Para quem estava esperando o concurso do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, é chegada a hora de intensificar os estudos. O certame deverá ocorrer ainda esse ano e a banca examinadora escolhida, através de dispensa de licitação, foi a Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS).

O concurso será para formação de cadastro de reserva e as taxas de inscrição já foram definidas: R$ 79,22 para o cargo de Analista e R$ 64,03 para o cargo de Técnico Judiciário.

No último concurso para o cargo de técnico, realizado em 2012, o órgão ofertou 59 vagas, porém, foram convocados 520 aprovados.

A remuneração inicial é de R$ 3.860,28 para o cargo de técnico e de R$ 7.352,93 para o cargo de analista.

Mais um concurso que vai rolar em 2017. Se ligue!

Concurso UFPI 2017: Saiu o edital para nível médio e superior! Até R$ 8 mil


Blog Gran Cursos Online – Equipe Gran Cursos Online
24 de mai de 2017 08:25

Cargos detalhados do concurso UFPI

Concurso UFPI oferece chances para nível médio e superior!

Concurso UFPI abre edital!

A Universidade Federal do Piauí (Concurso UFPI) lançou o edital de concurso público para o preenchimento de 26 vagas para cargos de nível médio e superior. O valor do salário varia de R$ 2,446.96 a R$ 8,361.32. A taxa de inscrição varia entre R$ 80 e R$ 100, de acordo com o cargo pretendido. O candidato pode realizar a inscrição a partir das 9h dessa quarta-feira (24) até o dia 22 de junho e será efetivada exclusivamente pela internet.

As oportunidades são para os cargos de analista de tecnologia de informação (desenvolvimento de sistema), médico obstetra, médico veterinário, assistente em administração, técnico de laboratório (análises clínicas), técnico em eletromecânica, técnico em música (violino, violoncelo, contrabaixo) e tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A carga horária é de 20 horas semanais para obstetra e para as demais categorias a jornada chega a 40 horas semanais.

Cargos detalhados do concurso UFPI

Cargos detalhados do concurso UFPI

Cargos detalhados do concurso UFPI

Provas concurso UFPI

A prova está prevista para ser aplicada no dia 23 de julho. O teste terá 50 questões, sendo de conhecimentos gerais, de linga portuguesa, de legislação e regime jurídico único e de conhecimento específico de cada cargo.

concurso UFPI

Provas do concurso UFPI

Detalhes concurso UFPI:

  • Processo seletivo: Universidade Federal do Piauí
  • Banca organizadora: COPESE
  • Cargo: Diversos
  • Escolaridade: Nível médio e superior
  • Número de vagas: 26+ CR
  • Salários: Até R$ 8 mil
  • Inscrições: Entre 24 de maio e 22 de junho
  • Taxa de inscrição: Entre R$ 80 e R$ 100
  • Data da prova objetiva: 23 de julho

Edital

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Prova de concurso da PM-PI é anulada após vazamento de questões e prisão de candidatos


Blog do Eu Vou Passar :. Prepare-se com os melhores – Redação EVP
24 de mai de 2017 11:59

O Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos (Nucepe) decidiu anular a prova objetiva para o concurso da Polícia Militar do Piauí após a prisão de 12 candidatos suspeitos de tentativa de fraude. A decisão foi tomada no final da manhã desta segunda-feira (22) depois de uma reunião com a Secretaria de Segurança e Comando Geral da PM. Segundo o presidente do Nucepe, Pedro Júnior, há fortes indícios de que questões da prova de português vazaram.

O comandante da Polícia Militar, Carlos Augusto, informou que a nova prova deve ser aplicada no prazo de 30 dias. O comando vai se reunir com a Nucepe para definir a data e a intenção é manter as demais etapas e edital inalterados. Para a reaplicação das provas não serão reabertas as inscrições do concurso e os candidatos inscritos são mantidos, com exceção dos suspeitos de fraude que foram eliminados do certame.

"Vamos fazer uma força tarefa com o Nucepe para elaborar a prova. Novas medidas de segurança serão adotadas, inclusive internas, para evitar novas fraudes. O importante aqui é para os demais candidatos que se prepararam e também tiveram prejuízos, mas prejuízo maior seria continuar com algo que teve suspeita de fraude logo no início. Vamos repetir as provas quantas vezes forem necessárias", enfatizou Carlos Augusto.

Das 12 pessoas presas, duas pagaram fiança e já foram liberadas. Os candidatos em liberdade foram os flagrados com as questões da provas e agora serão investigados pela Polícia Civil. Confirmadas as suspeitas, os envolvidos no esquema responderão por fraude ao certame de interesse público.

O Grupo de Repressão ao Crime Organizado (Greco) apreendeu colas e informações de trechos da prova de português com dois candidatos. "Durante a operação constatamos dois tipo de fraude: um que compromete a lisura do concurso, quando dois candidatos foram flagrados com cinco questões da prova de português, e outro que não compromete, mas vai contra o edital que foi candidatos com celulares e outros com gabaritos que não foram comprovados como oficiais", informou o delegado Kleydson Ferreira.

Ainda de acordo com o delegado, os aparelhos apreendidos são produzidos a partir de um material que não consegue ser identificado ao passar pelo detector de metais. Diante disso, a Secretaria de Segurança deve reforçar os mecanismos para impedir que esses dispositivos entrem nos locais de prova.

O delegado Willame Moraes, coordenador do Greco, frisou que as investigações continuam e detalhes sobre os investigados não serão revelados para não atrapalhar a ação policial.

As provas foram aplicadas nesse domingo (22) em Teresina. Um total de 32.010 candidatos se inscreveram para concorrer às 480 vagas ofertadas pela PM-PI. "A anulação dessa etapa acontece também para preservar a imagem do Nucepe e mantemos a postura de afirmar que não tem ninguém do Núcleo envolvido na tentativa de fraude", falou o presidente do Nucepe, Pedro Soares.

Com informações do site G1

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